as mandíbulas de tubarão,
estremecem o meu mundo,
debulham larvas afincadas
em mais uma ripada de dispersão,
vejo, grito a aflição
a transbordar de cordas,
a estoirar de angústia,
elas grosam placa bacteriana,
roçam com raivas demoníacas,
estancam em finais felizes,
vivem mórbidas na tua cabeça,
vivem sórdidas na tua mente,
soltam urros trincados
num licor vermelho mate,
vivem por suicidar tua guelra,
por um velejar num suco intestinal.
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