12.9.07

então para quem está aqui,
aqui com a goela apertada,
aqui com a cabeça rodada,
aqui agachada.

com a moela estremecida,
com as verduras a fintar a vertigem,
a paranóia sobrevivente enternecida,
a tramóia a vingar impigem.

o desconhecido no canto da pista,
as couves no manto de terra,
o degolado no pranto da conquista,
a terra a aquecer a moela que emperra.

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