5.2.11

deste fim

Este fim não está bem tratado, este pó que caiu sobre nós entupiu-me as ideias bloqueou-me o raso vão limitado hemisfério idiota.
Neste fim rolam vacas inteiras contorcidas no seu máximo rolam rolam rolam rolam rolam do cume do grande planalto verde luminoso enquanto desajeitadas embatem com tetas pénis contra o planalto agora vertiginoso e derramam sobre si um banho imenso de esperma leite pigmentos de terra de erva de pedras de pequenos mamíferos de arbustos secos de insectos âmbar.
Entre um fogo-de-artifício de jactos narcisistas pálidos compridos dançam encadeados triângulos atuns e charmantes framboesas.
Das delirantes paixões engordam dias com mandriões neste fim que já passou do meio que já transpareceu viajou viveu levantou caixões.
As vacas das costas hirtas rebatidas no fundo do vale de membros partidos uivam pela morte prazenteira pelo acaso marido e esposa punhados de erva e terra manchas grandes de um branco nauseabundo.
Este fim já está perto de si próprio já sacudi algum do pó que atormentava as rédeas da prontidão já foram expostas a lei contradição já foi reposta o céu calvo que ocultei de cor morta creme exausto e deitado debaixo destas palavras, liso totalmente consumido deixa cair sobre si todo o preâmbulo diminuto completamente absorto.

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