na decadência de já não saber
onde se vive, onde se morre
onde já estive
com e sem decência
sentado e deslavado
com e sem pessoas, plantas, animais
com pedras
viva carência
vil carne empobrecida
à inteligência
não resta dívida
o espírito aguarda a um canto
impávido desenquadrado,
à ciência
o imoral
Sem comentários:
Enviar um comentário