três folhas de latão cobrem
o escárnio que guardo sem sentido
que mereces e que jamais
te entregarei.
assim,
já não se fazem posts
na madrugada.
três cardos cosidos na pele
cinco urtigas escovadas em pão
não careces de amor
não inquietas mosquitos nem estátuas
a esta hora
três molhos de estragão,
sete voltas de sentidos
jamais merecerás, jamais cobrirás
jamais.
assim,
já não se morde inconveniências
três chapas de escuridão
cinco esporas cravadas.
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